Sermão
A Coluna que Guia
Informações editoriais
- Título original
- The Guiding Pillar
- Texto-base
- Números 9:16
- Fonte histórica verificada
- SermonIndex — https://www.sermonindex.net/speakers/alexander-maclaren/the-guiding-piller/ Fonte verificada
- Tradutor
- Samuel Figueira Aguiar
- Tempo de leitura
- 17 minutos
“Assim era sempre: a nuvem cobria [o tabernáculo] de dia, e havia aparência de fogo de noite.” — Números 9:16[1]
Os filhos de Israel no deserto, cercados por milagres, nada possuíam que nós não possuamos. Tinham algumas coisas em forma inferior: seu sustento vinha pelo maná; o nosso vem pela bênção de Deus sobre nosso trabalho diário, o que é melhor. Sua orientação vinha por esta coluna sobrenatural; a nossa vem pela realidade da qual aquela coluna não passava de figura. Portanto, em vez de imaginarmos que homens guiados desse modo estavam adiante de nós, deveríamos aprender que aquelas manifestações sobrenaturais, visíveis e palpáveis, da presença e da orientação de Deus eram os rudimentos pobres: “tendo Deus providenciado alguma coisa melhor para nós, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados”. Com esta explicação da relação entre o milagre e o símbolo da Antiga Aliança, de um lado, e a realidade e o milagre permanente da Nova, de outro, consideremos as verdades eternas que nos são apresentadas sob forma transitória nesta nuvem de dia e coluna de fogo de noite.
I. A dupla forma da coluna que guia
Notem, primeiro, a dupla forma da coluna que guia.
O fogo estava no centro; a nuvem o envolvia. O primeiro era o símbolo que tornava visíveis, para uma geração que precisava ser ensinada por meio dos sentidos, a santidade inacessível, o brilho fulgurante e a pureza da natureza divina; a segunda moderava e velava o brilho intenso demais para olhos frágeis.
Esse mesmo elemento duplo encontra-se em todas as manifestações de Deus aos homens. Em toda forma de revelação estão presentes tanto o coração e o núcleo de luz, sobre os quais nenhum olho pode fixar-se, quanto o véu misericordioso que, justamente porque vela, desvela; porque esconde, revela; torna visível porque encobre; e mostra Deus porque é “a ocultação de seu poder”. Assim, por toda a história do trato de Deus com os homens, sempre houve aquilo que, na linguagem das Escrituras, se chama a “face” ou o “nome de Deus”: o aspecto da natureza divina para o qual os olhos podem olhar; e, manifestando-se através dele, sempre houve a profundidade e o abismo inacessível daquele Ser infinito.
Devemos ser gratos porque na nuvem está o fogo e porque ao redor do fogo está a nuvem. Pois somente assim nossos olhos podem contemplar e nossas mãos alcançar o Sol central do universo, que de outro modo seria invisível e remoto. Deus se oculta para tornar mais conhecidas as glórias de seu caráter. Sua revelação é o lampejar da luz incriada e insuportável de seu Ser infinito através das nuvens circundantes das concepções e palavras humanas, ou de atos que, cada um à sua maneira e em formas adaptadas à nossa compreensão, manifestam algum fragmento de seu esplendor. Depois de toda revelação, ele permanece não revelado. Depois de eras manifestando sua glória, ainda é “o Rei invisível, a quem nenhum homem jamais viu nem pode ver”. A revelação que ele faz de si mesmo é “verdade e não é mentira”. Reconhecer nela a presença tanto do fogo como da nuvem não lança dúvida alguma sobre a realidade de nosso conhecimento imperfeito, nem sobre o fato de que as centelhas que chegam até nós participam autenticamente da natureza da luz central. Aquilo que sabemos dele, sabemos com conhecimento real. O que ele nos mostra é ele próprio, embora não seja todo o seu ser.
Esse duplo aspecto de toda revelação possível de Deus, simbolizado de forma exterior comparativamente grosseira na coluna que conduzia Israel em sua marcha e que, quando a cansativa caminhada cessava, permanecia estendida e imóvel como cobertura protetora acima do Tabernáculo, reaparece por toda a história da revelação do Antigo Testamento em tipos, profecias e cerimônias, nos quais a nuvem envolvente era relativamente densa e a luz que a atravessava, relativamente tênue.
Em Cristo, ambos os elementos reaparecem, mas combinados em novas proporções, de tal modo que “o véu, isto é, sua carne” se rarefaz até tornar-se transparente e resplandece inteiramente com o esplendor interior da Divindade manifesta.[2] Assim, uma luz colocada dentro de um belo vaso de alabastro brilha através de suas paredes translúcidas, fazendo sobressair cada tonalidade delicada e cada veio sinuoso de cor, ao mesmo tempo que ela própria é difundida e suavizada pelo meio que a envolve e que ela embeleza ao atravessar sua pureza. Pela união de ambos, os dois se tornam visíveis e atraentes para olhos embotados. “Quem viu Cristo viu o Pai”; e quem viu o Pai em Cristo viu o homem Cristo como não o veem aqueles que são cegos para a Divindade encarnada que ilumina a humanidade na qual habita.
Mas devemos notar também que a aparência da coluna variava conforme a necessidade. Havia uma dupla mudança na coluna: segundo a hora e segundo a congregação estivesse marchando ou acampada. De dia era nuvem; de noite resplandecia na escuridão. Durante a marcha, movia-se diante deles como coluna ereta, como se reunida e concentrada para um movimento vigoroso; quando o acampamento repousava, ela “retornava aos muitos milhares de Israel” e permanecia tranquilamente estendida sobre o Tabernáculo, como uma daquelas longas nuvens imóveis acima do sol poente de verão, resplandecendo em toda a sua substância com uma luminosidade serena, refletida por uma luz invisível; e “sobre toda a glória” — abrigada no Lugar Santo abaixo — havia “uma proteção”.
Essas duas mudanças de aspecto simbolizam para nós a realidade da capacidade proteica de transformação conforme nossas necessidades sempre mutáveis, capacidade que, para nossa bênção, podemos encontrar naquela Presença divina sempre mutável e imutável que será nossa companheira, se assim quisermos.
Não era apenas por um processo natural que, à medida que a luz do dia diminuía, aquilo que sob o ardente sol do deserto parecera apenas uma coluna de fumaça se convertia numa coluna de fogo, ardendo entre as estrelas límpidas. Podemos muito bem crer que havia uma efetiva graduação da intensidade da luz, correspondente à escuridão e à necessidade de certeza e de uma reconfortante percepção da proteção de Deus que o acampamento indefeso sentiria ao deitar-se para descansar.
Quando o brilho enganoso da terra reluz e ofusca ao nosso redor, nossa visão dele pode ser “uma tela de nuvem a atenuar o raio enganoso”; e quando “sobre nosso caminho desce, entre tempestade e sombra, a noite frequente”, quando a terra escurece, a vida se torna mais cinzenta e sombria e se aproxima de seu entardecer, a coluna resplandece mais intensamente diante dos olhos que choram e se aproxima mais do coração solitário.[3] Temos um Deus que se manifesta na coluna de nuvem de dia e no fogo flamejante de noite.
II. A orientação da coluna
Notem a orientação da coluna.
Quando ela se ergue, o acampamento marcha; quando desce suavemente e permanece imóvel, a marcha para e as tendas são armadas. O ponto principal ressaltado nessa descrição da peregrinação daquele povo errante, guiada por Deus, é a absoluta incerteza em que eram mantidos quanto à duração de cada acampamento e quanto ao momento e às circunstâncias da marcha. Às vezes a nuvem permanecia sobre o Tabernáculo muitos dias; às vezes, apenas uma noite; às vezes se levantava durante a noite. “Quer fosse de dia, quer de noite, quando a nuvem era levantada, eles partiam. Quer fossem dois dias, ou um mês, ou um ano, que a nuvem permanecesse sobre o Tabernáculo, ficando sobre ele, os filhos de Israel permaneciam em suas tendas e não partiam; mas, quando ela era levantada, partiam.” Assim, de um momento para outro, jamais sabiam quando a nuvem em movimento poderia pousar ou quando a nuvem em repouso poderia alçar-se. Portanto, a absoluta incerteza quanto à etapa seguinte estava visivelmente representada diante deles por aquele guia que pairava acima, determinava tudo e cujo movimento seguinte lhes era completamente desconhecido.
Não é tudo isso verdadeiro também a nosso respeito? Não temos uma nuvem-guia como aquela. Tanto melhor. Não temos um Guia mais real? Deus nos guia pelas circunstâncias; Deus nos guia por sua Palavra; Deus nos guia por seu Espírito, falando por meio de nosso bom senso e em nosso entendimento; e, acima de tudo, Deus nos guia por aquele seu amado Filho, em quem está o fogo e ao redor de quem está a nuvem.
Talvez possamos até supor que nosso Senhor faça alguma alusão a esse mesmo símbolo em suas grandes palavras: “Eu sou a Luz do mundo. Quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.”[4] Pois a ideia de “seguir” a luz parece deixar claro que a imagem de nosso Senhor não é a do sol nos céus nem de alguma outra luz elevada desse tipo, mas de uma luz que chega perto o bastante de um homem para mover-se diante dele e atrás da qual ele possa marchar.
Assim, penso que o próprio Cristo pôs a mão sobre esse antigo símbolo e, naquelas grandes palavras, disse em efeito: “Eu sou aquilo de que ele apenas era sombra e profecia.” De todo modo, quer nessas palavras ele estivesse apontando para nosso texto, quer não, precisamos sentir que ele é a realidade expressa por aquele símbolo exterior.
E nenhum homem que possa dizer: “Jesus Cristo é o Capitão da minha salvação; marcho segundo seu modelo; ao apontar de seu dedo que guia, eu me movo; e, sendo ele meu auxílio, procuro pisar em suas pegadas”, precisa sentir ou imaginar que qualquer coluna possível, flutuando diante dos olhos mais embotados, seria guia melhor, mais seguro ou mais divino do que aquele que ele possui. Aqueles a quem Cristo guia não precisam de nenhum outro como líder, modelo, conselheiro, companheiro ou recompensa.
Este Cristo é nosso Cristo “para todo o sempre; ele será nosso guia até a morte” — e além dela. A coluna que seguimos, que nas horas mais escuras da vida resplandecerá com a chama avermelhada do amor — bendito seja seu nome! —, deslizará à nossa frente pelo “vale da sombra da morte”, mais brilhante justamente quando mais negra for a meia-noite sombria. E a coluna que nos guia não deixará de arder, como deixou a guia da marcha pelo deserto, quando o Jordão tiver sido atravessado. Continuará movendo-se diante de nós por caminhos de aproximação contínua e sempre crescente da perfeição infinita. Aqueles que aqui seguem Cristo de longe e com passos vacilantes, ali “seguirão o Cordeiro por onde quer que ele vá”.[5]
Do mesmo modo, a mesma absoluta incerteza destinada a manter os israelitas — embora muitas vezes não conseguisse fazê-lo — numa atitude de constante dependência é a condição em que todos nós precisamos viver, embora a disfarcemos de nós mesmos. É lugar-comum dizer que não sabemos o que está diante de nós. Também nos acontecem os mesmos longos períodos de continuidade monótona no mesmo lugar e no cumprimento dos mesmos deveres que aconteceram àqueles homens. Passam-se os anos, e a coluna se estende como proteção sobre o santuário imóvel.
Então, num só lampejo, quando menos pensamos em mudança, ela se recolhe, volta a ser coluna, eleva-se e avança; e cabe a nós segui-la. Assim, nossas vidas são lançadas de um lado para o outro, como uma peteca, entre uma uniformidade que pode tornar-se monotonia mecânica e a agitação da mudança, que pode nos fazer perder o domínio dos princípios firmes e da fé serena, a menos que reconheçamos que tanto a permanência quanto a mudança são igualmente a vontade do Deus que guia, cuja vontade é indicada pela coluna imóvel ou em movimento.
III. O seguimento dócil do Guia
Isso me leva à última coisa que desejo observar: o seguimento dócil do Guia.
No contexto, o escritor parece não conseguir afastar-se do pensamento de que, fosse o que fosse que a coluna indicasse, seguia-se imediatamente pronta obediência.[6] Ele repete isso muitas e muitas vezes. “Enquanto a nuvem permanecia… eles descansavam… E, quando a nuvem permanecia por muito tempo… [eles] não partiam”; e “quando a nuvem ficava alguns dias sobre o Tabernáculo… eles permaneciam”; e “segundo o mandamento, partiam”; e “quando a nuvem permanecia até a manhã… eles partiam”; e “quer fossem dois dias, ou um mês, ou um ano, que a nuvem permanecesse… [eles] não partiam, mas permaneciam em suas tendas”. Assim, depois de reiterar a mesma coisa meia dúzia de vezes ou mais, ele termina colocando tudo novamente em um só versículo, como a impressão final que deseja deixar de toda a narrativa: “ao mandamento do Senhor, descansavam em suas tendas; e ao mandamento do Senhor, partiam”. A obediência era pronta; sempre que e para o que quer que fosse dado o sinal, os homens estavam preparados.
Durante a noite, depois de as tendas terem permanecido armadas por longo período, quando somente os olhos dos vigias estavam abertos, a coluna se ergue; num instante, soa o alarme, e todo o acampamento entra em movimento. É isso que devemos colocar diante de nós como modelo de nossa vida: devemos estar tão prontos para cada indicação da vontade de Deus quanto eles estavam. A paz e a bem-aventurança de nossa vida dependem em grande medida de estarmos ávidos por obedecer e, por isso, atentos para perceber o menor sinal de movimento na coluna que repousa, ou de repouso na coluna que se move, a qual regula nossa marcha e nosso acampamento.
De que precisamos para cultivar e conservar tal disposição? Precisamos de vigilância constante, para que a coluna não se levante sem que percebamos. Quando Nelson era o segundo no comando em Copenhague, o almirante que comandava a frota içou o sinal de retirada, e Nelson pôs o telescópio diante do olho cego e disse: “Não o vejo.” Isso se parece muito com aquilo que somos tentados a fazer. Quando é içado o sinal de deveres desagradáveis dos quais gostaríamos muito de escapar, somos muito propensos a pôr o telescópio diante do olho cego e fingir para nós mesmos que não vemos as bandeiras tremulando.
Precisamos, ainda mais, manter nossa vontade em completa suspensão quando a vontade dele ainda não se declarou. Não tenhamos pressa de correr à frente de Deus. Quando os israelitas atravessavam o Jordão, foram instruídos a deixar grande espaço entre si e a arca que os guiava, para que soubessem por onde seguir, porque “não haviam passado antes por aquele caminho”. Apressar-se impacientemente nos calcanhares de Deus tende a nos desviar. Deixem que ele vá bem à frente, para que vocês tenham plena certeza de qual caminho ele deseja que sigam antes de seguirem. E, se não têm certeza de qual caminho ele deseja que sigam, tenham certeza de que, naquele momento, ele não deseja que sigam para lugar algum.
Precisamos segurar o presente sem apertá-lo nas mãos, de modo que estejamos prontos para dobrar nossas tendas e tomar a estrada, se Deus assim quiser. Não devemos contar com a continuidade, nem lançar raízes tão profundas que seja necessário um furacão para nos arrancar. Para aqueles que mantêm os olhos fixos em Cristo, nenhum presente do qual ele deseja removê-los pode ser tão bom quanto as novas condições para as quais deseja conduzi-los.
É difícil deixar o lugar, ainda que seja no deserto, onde permanecemos acampados por tanto tempo que começou a parecer um lar. Podemos olhar com pesar para o círculo de cinzas negras na areia onde nossa pequena fogueira cintilava alegremente; nossos pés podem doer, e nosso coração doer ainda mais, quando recomeçamos a marcha. Mas precisamos nos dispor a enfrentar com alegria a mudança determinada por Deus, confiantes de que nada ficará para trás que não seja bom perder e nada encontraremos que não traga uma bênção, por mais áspero ou triste que seja seu primeiro aspecto.
Também precisamos cultivar o hábito da pronta obediência. “Apressei-me e não me demorei em guardar os teus mandamentos” é o único lema seguro.[7] É a relutância que geralmente aciona o freio. A obediência lenta muitas vezes é o germe de uma desobediência incipiente. Em questões de prudência e de entendimento, a segunda reflexão é melhor que a primeira, e a terceira — que muitas vezes retorna à primeira — é melhor que a segunda; mas, em questões de dever, os primeiros pensamentos geralmente são os melhores. Eles são a resposta instintiva da consciência à voz de Deus, ao passo que os pensamentos posteriores são, com demasiada frequência, as objeções da indisposição, da preguiça ou da covardia.[8]
É mais fácil cumprir nosso dever quando, logo de início, temos certeza dele. Então ele vem acompanhado de um poder impulsionador que nos carrega por cima dos obstáculos como sobre a crista de uma onda, enquanto a hesitação e a demora nos deixam encalhados em águas rasas. Se queremos seguir a coluna, precisamos segui-la imediatamente.
Um coração que espera e vigia pela direção de Deus, que usa o bom senso tanto quanto a fé para deslindar perplexidades pequenas e grandes, e que está disposto a permanecer desapegado do presente, por mais agradável que ele seja, para não perder as indicações que dizem: “Levanta-te! Este não é o teu repouso”, cumpre as condições sob as quais, se as observarmos, podemos ter certeza de que ele nos guiará pelo caminho certo e, por fim, nos conduzirá à “cidade de habitação”.
Notas editoriais
Notas
- O metadado fornecido pelo SermonIndex apresenta dois problemas: o título aparece como The Guiding Piller e a referência principal é indicada como Êxodo 13:21. Em Expositions of Holy Scripture, de Maclaren, o título é The Guiding Pillar e o texto-base é Números 9:16. A transcrição do SermonIndex também omite o versículo de abertura; ele foi restaurado e traduzido diretamente do inglês de Maclaren. ↩
- A transcrição fornecida traz “It reappears in both elements, but combined in new proportions”. O testemunho de Expositions of Holy Scripture traz “It reappears in both elements in Christ, but combined in new proportions”. A expressão “in Christ”, necessária à construção e ao argumento, foi restaurada. ↩
- Neste parágrafo a transcrição fornecida contém uma sequência de corrupções: “my vision” em lugar de “our vision”, “fife becomes grayer” em lugar de “life becomes greyer” e “verges to its even” em lugar de “verges to its eventide”. A tradução segue o testemunho de Expositions of Holy Scripture. ↩
- A transcrição do SermonIndex traz “shall have the sight of life”. O texto de Maclaren em Expositions of Holy Scripture traz “shall have the light of life”. A correção não foi feita por harmonização com uma tradução bíblica, mas por confronto textual do próprio sermão. ↩
- Foram corrigidos, com base no mesmo testemunho, os erros evidentes “Jordon” por “Jordan” e “what hes before us” por “what lies before us”. Nenhuma alteração semântica conjectural foi feita. ↩
- A transcrição fornecida traz a frase corrompida “whatever the pillar did, that moment prompt obedience follows”. O testemunho de Expositions of Holy Scripture conserva a leitura coerente “whatever the pillar indicated, immediate prompt obedience followed”, seguida nesta tradução. ↩
- A sentença “I made haste and delayed not to keep Thy commandments” consta da transcrição fornecida pelo SermonIndex e de outros testemunhos derivados do sermão, mas não aparece na edição de Expositions of Holy Scripture disponibilizada pelo Project Gutenberg. Como integra a fonte fornecida e possui atestação independente, foi preservada, sem ser apresentada como restauração da edição do Gutenberg. ↩
- A transcrição fornecida traz “the instructive response of conscience”. Expositions of Holy Scripture traz “the instinctive response of conscience”. A tradução segue esta última leitura, coerente com o contraste argumentativo de Maclaren. ↩